21 maneiras de perder bons funcionários

Atualmente, várias notícias informam que o Brasil sofre um apagão de mão-de-obra qualificada. Com o crescimento econômico acelerado, várias empresas, tanto brasileiras quanto estrangeiras, sofrem para conseguir bons funcionários aqui no nosso país.
Há muitas empresas e pessoas, estudiosos da área de gestão de pessoas, que estão estudando e  trabalhando em estratégias para captar e reter talentos, mas parece que muitas empresas se esforçam para fazer justamente o contrário.
Resolvi aqui, compilar uma lista de 21 maneiras de como você, que tem uma empresa, consiga afastar e perder os seus melhores recursos para concorrentes, outras empresas e para concursos públicos. Aqui vão elas:

Importância versus Raridade

Bem, o post é esse provocativo. E há motivos para eu escrever sobre isso.

Digamos que o que me motivou a escrever esse artigo foi a greve anual dos bancários. Todo ano, por volta de setembro, os sindicatos dos bancários vão discutir o dissídio com os bancos e, como sempre, não chegam a um acordo para, em seguida, iniciar uma greve e paralisar as atividades. E param para reinvindicar supostos “direitos”.

Segundo o site do sindicato dos bancários de SP, “Os trabalhadores estão parados desde 27 de setembro porque os bancos, que somente nos primeiros seis meses deste ano viram o lucro líquido crescer mais de 20%, propõem pagar somente 0,56% de aumento real aos seus funcionários.”

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Bancário em greve

Eu me pergunto: E daí que os bancos viram o lucro líquido crescer 20% só nos primeiros seis meses? A função de qualquer empresa é dar lucro. Que bom que os bancos deram tudo isso de lucro, pois eles tem que agradar os sócios e acionistas, e não fazer caridade com os funcionários.

Não estou dizendo aqui que os bancos devam tratar seus funcionários como escravos. Em qualquer lugar do mundo, esse tipo de tratamento é repugnante. Todos tem direito a serem tratados com dignidade, com respeito. Mas, a partir do momento em que os funcionários começam a reclamar, ao meu ver, sem motivos reais, prejudicando toda a população, a ação da greve perde todo o sentido.

Waldez Ludwig, no programa Sem Censura, da Tv Brasil, comentou certa vez sobre o mercado de trabalho, e uma das frases mais marcantes para mim foi a seguinte:

“As pessoas recebem por sua raridade, não pela sua importância”.

Waldez Ludwig

Porque o presidente do banco recebe fortunas enquanto o bancário recebe (supostamente) pouco? Porque presidente, o banco só tem um. É um “artigo raro”, enquanto bancários tem aos montes. O pessoal do atendimento é muito importante, mas eu não estou aqui questionando a importância deles.

Outro conceito abordado pelo Waldez Ludwig foi o seguinte:

“A pessoa deve saber o quanto ela vale”.

Waldez Ludwig

Eu pergunto: Será que toda essa gente que está em greve, parada, está recebendo propostas de outras empresas, que justifique o banco cobrir a oferta e pagar mais aos funcionários?

Eu mesmo respondo à pergunta acima: Absolutamente não! Então, se o sujeito recebe aquele salário, é porque ele merece. Se ele valesse mais, com absoluta certeza estaria ganhando mais, ou estaria em posições mais elevadas, ou estaria mesmo em outra empresa que valoriza seu trabalho.

Veja bem, novamente, não estou dizendo que a classe de bancários não é importante. Essas pessoas são sim importantes. Mas deviam fazer algo para que se tornem raros. Apesar de não achar que isso vá acontecer, as pessoas deviam se esforçar para se tornarem raras em alguma coisa. Numa outra profissão, numa outra área, numa outra empresa.

Apesar da minha revolta com essa greve, os comentários desse post não se restringem a categoria dos bancários. Essa greve é só um exemplo. O sentido é provocar, fazer com que as pessoas parem e pensem.

Enfim, sou do pensamento de que, se você não está satisfeito com o que faz ou com quanto ganha, é simples: saia e vá procurar aquilo que lhe traga satisfação, aquilo que vá dar o retorno financeiro que você espera. Mas não force uma situação, prejudicando milhões de outras pessoas só porque você ACHA que vale mais do que a empresa te paga.

E aí? Você vale o quanto você ganha ou é um daqueles que merece, de verdade, um aumento?

Em tempo: O mesmo vale pra greve dos correios, mas esse quero comentar com mais detalhes em outro post.

InstaFetch + Twitter. É como um Reader para seus links do Twitter.

O Twitter tem muita besteira, mas também tem muita informação útil. Porém, nem sempre podemos ler na hora um link que apareceu na nossa timeline, mas mesmo assim, não gostaríamos de perder esse tweet no mar de informação que vira a timeline, principalmente nas daquelas pessoas que seguem um monte de gente.

Até então, vinha marcando os tweets como favoritos para poder ler depois com mais calma aqueles que mais me interessavam. Mas essa tática tem seus poréns:

  • Se você começa a marcar muitos favoritos, eles também começam a virar bagunça.
  • Você obrigatoriamente deve estar conectado à Internet para ler TODOS os links.

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Você realmente tem clientes?

A situação é comum: Um possível cliente ou um candidato à uma vaga de emprego quer conhecer mais sobre a empresa com a qual estão tratando. Entra no site da fornecedora de TI, começa a navegar para conhecer mais sobre a empresa até que encontra uma página dedicada aos clientes dela. Entre todos os logos, encontra nomes de grandes empresas, montadoras de automóveis, grandes redes varejistas e tudo mais o que possa causar impacto aos visitantes da página. Mas eu me pergunto: Quais daqueles nomes pomposos que a empresa ostenta são, de fato, clientes dela?

Todos sabemos que um nome muito conhecido tem um certo impacto quando vamos avaliar uma empresa para desenvolver um projeto ou até mesmo para aceitar aquela oportunidade de emprego. De certa forma, nos sentimos confortáveis ao saber que nosso fornecedor de software também é fornecedor da Grande Rede A, ou da montadora XPTO, ou da Indústria XYZ. Pensamos: “Se ela conseguiu desenvolver algo para eles, que são muito maiores que eu, por que não conseguiria produzir para nós?” Ou então: “Olha só os clientes que essa empresa tem. Os projetos devem ser muito interessantes”. É nesse momento em a escolha, por vezes errada, se faz.

Escolha errada pois não há, na maioria dos portfólios, a referência aos projetos nos quais a fornecedora atuou, bem como nenhum feedback positivo sobre tais projetos, como um elogio ou um depoimento sobre como as coisas andaram bem e o cliente ficou satisfeito com a relação entre eles.

Duvida? Tente procurar por sites de empresas desenvolvedoras de software e veja em quantas delas você consegue essas informações sobre projetos e quais delas divulgam comentários positivos do cliente. Claro, não são todas as empresas, mas na grande maioria esse “silêncio” se faz muito presente.

O real motivo para isso é que não importa se o projeto foi bem sucedido, ou se o cliente ficou satisfeito ou se farão negócios novamente. Muito menos se o projeto teve real importância ou se foi quase um freela. O que importa é dizer que aqueles nomes todos são “clientes”, como se fizessem negócios constantemente e para que isso avalize futuros negócios ou que possa arrebanhar novos colaboradores.

Ter peito para divulgar todas essas informações, depoimentos positivos e negativos, opiniões de clientes, e usar isso para crescer e melhorar os processos e produtos não é para qualquer um. Mas acredito que a empresa que tenha essa postura, que saiba lidar com as críticas e que saiba transformar em algo valioso para futuros negócios, tem muito a ganhar.

Se você tem uma empresa de software e segue esse padrão, de colocar nomes de grandes empresas no seu portfólio, eu faço um desafio:

  • Quais dessas empresas de fato são clientes, isto é, contrataram seus serviços mais de uma vez?
  • Quais dessas empresas fariam um elogio público à sua empresa, e que deixariam um depoimento no seu site?
  • Quais os nomes dos projetos em que a sua empresa atuou?
  • Quais desses projetos podem ser considerados como de sucesso, isto é, terminaram no prazo, atendendo todas as necessidades?

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Aí está. Vamos ajudar a Wikipédia e os outros projetos Open-Source a manter-se e continuarem crescendo

Desenvolvendo em .Net usando Open Source

Bem, irei iniciar uma série de artigos sobre como desenvolver em .NET (mas especificamente, em C#) usando somente (ou quase) ferramentas e frameworks open source.

Isto quer dizer, não usar o Visual Studio, nem SQL Server tampouco as versões Express destes softwares. Escolhi alguns destes softwares de acordo com o seguinte critério: ser Open Source.

Bem, iniciaremos essa série (?!?!) mostrando algumas ferramentas e frameworks open-source para iniciar com o desenvolvimento, principalmente voltado para a web. Alguns desses frameworks poderão também ser usados para aplicativos desktop, mas este não será o meu foco (não por enquanto).

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Controle de Brilho funcionando no Vostro 1000 + Mandriva 2008.0 PWP – UPDATED

UPDATE: Testes preliminares com a versão 2008.1 (Spring) do Mandriva indicaram que o controle de brilho funciona sem nenhuma configuração adicional no Vostro 1000. Instalei a nova versão a menos de uma semana, portanto, não tive a chance de testar exaustivamente os controles, mas o brilho foi um que funcionou de primeira.

Bem, desde que comprei meu notebook e instalei Linux nele venho tentando fazer algumas coisas funcionarem a contento, como as teclas de função, controle de brilho e o modo de hibernação. O primeiro item funcionou relativamente fácil, conforme eu mesmo já publiquei aqui. O segundo e o terceiro itens eram o que me davam mais dores de cabeça.

Pois bem, acho que, pelo menos em relação ao segundo item posso deixar de me preocupar. Um leitor, o Diogo Enoque Ferreira de Lima (Obrigado Diogo) conseguiu descobrir uma maneira de fazer o controle de brilho funcionar no Vostro 1000 com Linux. E a solução dele, comprovada por mim é:

 

Desabilite o ACPI no boot

Como?? É isso mesmo. Eu mesmo não sei como explicar, nem porque funciona, mas quando desligo o acpi no boot, consigo controlar o brilho com as teclas de função, mesmo elas não estando mapeadas conforme o tutorial do HAL. O mesmo aconteceu com o Diogo.

 

Bem, eu vou tentar investigar o problema e tentar saber porque isso acontece. Mas por enquanto, essa é a solução que encontramos.

 

Até mais .

Scribd – O leitor de documentos via Web

A situação pode soar estranha para quem é da área de informática, mas é mais comum do que parece. Você pede um documento por e-mail a alguém, a pessoa envia para você descobrir que não tem o programa que abre aquele arquivo. Você pede um relatório e vem aquele arquivo do Excel, mas você só tem o OpenOffice, e quando abre a planilha, o OpenOffice não reconhece alguns elementos e o arquivo se torna inútil. Você pede a apresentação pensando que vai vir um arquivo PPT do PowerPoint e vêm um arquivo do OpenOffice. Ou então você pede um arquivo, recebe e tenta abrir, para descobrir que o computador em que você está não tem o Acrobat Reader instalado.

E então o que você faz nessa situação? Uma solução seria comprar um Pen Drive com suporte a U3 e instalar nele os programas portáteis que usa ou então pode usar um serviço pouco conhecido de muita gente: O Scribd.com.

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Backup Online com Amazon S3

* Atualizado em 01/06/2012

Backup é o tipo de coisa da qual você se lembra somente quando precisa dele. E, muitas vezes, você recupera um backup para descobrir que ele está desatualizado o suficiente para não fazer tanto sentido.

Um outro problema são os backups que se perdem devido a problemas com a mídia como CD, DVD e/ou problemas em dispositivos como HD e Pen Drive.

Neste post apresentarei o Amazon S3 (Amazon Simple Storage Service ou serviço simples de armazenamento, em português), serviço que faz parte do Amazon Web Services (ou AWS para os íntimos).

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Tecnologia e Brasil não combinam

Vocês devem estar se perguntando: Como assim tecnologia e Brasil não combinam?

Tudo começou quando eu e minha namorada começamos a pesquisar preços de notebooks. Nossa intenção era comprar de uma loja no Brasil, uma máquina de marca, com garantia do fabricante e com ótimos recursos, dado que, com a nossa formação (somos formados em Ciência da Computação), sempre preferimos equipamentos mais robustos.A nossa pesquisa nos levou à equipamentos muito ruins, se comparado com equipamentos vendidos no exterior na mesma faixa de preço. As melhores máquinas, essas passam fácil dos R$ 5 mil. E isto não significa que essas máquinas melhores sejam ainda as que gostaríamos de adquirir.

Um exemplo: Consultei o site da Apple para ver quanto custava um MacBook Pro. Bem, um MacBook Pro é um baita notebook. Para efeito de comparação, peguei o seguinte modelo: MA895LL/A.

Preço nos EUA: US$ 1,999.00

Preço no Brasil: R$ 8.799,00

Quer dizer, adotando como cotação, US$ 1 = R$ 2,00, temos que o mesmo notebook tem uma diferença gritante de R$ 4.801 (Quatro mil, oitocentos e um reais). Ou seja, com o dinheiro que você compra um notebook aqui no Brasil, você compra 2 nos EUA e ainda te sobra dinheiro. Ou melhor, dá quase pra ir a Miami de avião, comprar seu Mac, voltar de avião e ainda pagar o imposto de importação. Um absurdo por assim dizer.

Outro exemplo: em reportagem do Estadão Online há algum tempo, foi constatado que o iPod brasileiro é o mais caro do mundo. Em pesquisa realizada pelo banco australiano Commonwealth Bank, o iPod nano ultrafino de 4Gb custa, em média, US$ 369.61, contra US$ 318.60 na Bulgária, segunda colocada no “ranking”, US$ 149.00 nos EUA e US$ 148.12 em Hong Kong, lugar onde o iPod foi considerado mais barato do mundo. Vejam que há uma diferença absurda de US$ 221,49 com relação a Hong Kong e US$ 220.61 em relação aos americanos. Ou seja, com o preço que pagamos num iPod, o americano compra 2 e mais algumas músicas na Loja iTunes.

E tudo isto me levou a pensar como o governo e as empresas, sejam elas nacionais ou aquelas em que há representação no Brasil, nos privam dos produtos de alta tecnologia, seja por preços totalmente fora da realidade brasileira ou simplesmente por ignorar a existência de demanda de consumo por parte dos brasileiros.

Voltando ao iTunes, essa é outra bronca que tenho com relação ao descaso com o Brasil em relação à tecnologia. As gravadoras e artistas reclamam e fazem campanha contra a pirataria, mas não disponibilizam nenhum outro meio de as pessoas adquirirem música de maneira legal que não seja a compra de cds. Minto, há outras opções sim. Há uma variedade de lojas online de músicas no Brasil, onde você pode comprar faixas de músicas dos seus artistas preferidos. Mas a maioria delas, além de ter um acervo pobre, se comparado aos gigantes mundiais de vendas de musica online, cobram por exemplo, cerca de R$ 2,49 por faixa de um álbum do Chico Buarque, que contém 11 faixas. Esse album sairia em torno de R$ 27,50, sem a midia física, sem encarte, e com a restrição de que você nunca poderá emprestar as músicas para alguém ouvir, além de ser incompatível com outros sistemas operacionais que não o Windows. No Itunes, você pode comprar faixas a US$ 0.99, sem restrição de cópias, além de o seu acervo ser gigantesco, fora as outras opções como compra de filmes e seriados, que nem vou me dar ao trabalho de comentar.

Tudo isso me faz chegar à seguinte conclusão: O tal do custo Brasil inviabiliza TUDO relacionado a tecnologia. Sejam eles computadores, video-games, telefones celulares… E é algo ridículo, já que a maioria desses ítens não é produzido no país, e o argumento para os impostos como proteção da indústria nacional é descabida e não tem sentido algum. E pior, cobra o imposto como forma de proteger a indústria brasileira e ao mesmo tempo cobra dessa mesma indústria na mesma proporção, também inviabilizando que essas empresas produzam equipamentos de qualidade a preço acessível, fazendo com que elas tenham que concorrer de maneira desigual com os produtos importados contrabandeados, que entram no país sem pagar imposto algum.

Então, ou o governo dá fortes incentivos para que esse tipo de indústria se instale aqui, fazendo com que o nosso mercado tenha acesso a esses produtos num patamar condizente com a nossa realidade econômica, ou libera geral a importação de eletrônicos, cobrando somente os impostos sobre o comércio destes ou então teremos que continuar dependendo do camelô Hi-Tech quando quisermos comprar o novo Mac, ou então o novo iPod sofisticadíssimo.

Olha o iPod, olha o Playstation 3!!!

Em tempo: Para quem acompanha o blog, comprei o meu notebook na Dell, pagando todos os impostos como reza a cartilha do bom cidadão. Paguei cerca de R$ 2.300. Só a título de comparação, o mesmo modelo na Dell americana sai por US$ 689.00, ou R$ 1.378,00, se aplicarmos aquela cotação de US$ 1 = R$ 2. A conclusão disso tudo fica por conta de vocês.